• Delmiro Gouveia, 26/03/2026
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Delegado-Geral da Polícia Civil de Alagoas está sendo investigado pela Polícia Federal por suposto envolvimento em fraude de concurso público

Operação Concorrência Simulada da PF cumpriu 13 mandados na Paraíba, em Pernambuco e em Alagoas e investiga organização criminosa envolvida também em lavagem de dinheiro


Delegado-Geral da Polícia Civil de Alagoas está sendo investigado pela Polícia Federal por suposto envolvimento em fraude de concurso público PF apura fraude em concurso público / Foto: Reprodução
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A Polícia Federal deflagrou, na última terça-feira (17/3), a Operação Concorrência Simulada, com o objetivo de combater organização criminosa especializada em fraudes em concursos públicos e em lavagem de dinheiro.

Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e 2 de prisão preventiva nos estados da Paraíba, de Pernambuco e de Alagoas.

As investigações apontam a ocorrência de fraudes em diversos certames, incluindo concursos de Tribunais, de Universidades, de Polícias Civis e Militares, entre outros.

Os investigados poderão responder pelos crimes de fraude em concurso público, de concussão, de lavagem de dinheiro e de organização criminosa.

A operação tem como objetivo aprofundar a coleta de provas, fortalecer a investigação criminal e preservar a lisura dos concursos públicos, garantindo a igualdade de condições entre os candidatos.



Detalhes da investigação contra o delegado Geral da Polícia Civil de Alagoas

No pedido da PF, que teve o aval do Ministério Público Federal (MPF), Gustavo Xavier é apontado em delação premiada como chefe da organização criminosa que, entre outros beneficiados, conseguiu aprovar a própria esposa Aially Soares Tavares Pinto Xavier, para o cargo de auditora fiscal do Trabalho, no Concurso Nacional Unificado (CNU) de 2024.

Além de sua mulher, o irmão do delegado, Mércio Xavier, também teria sido favorecido por fraude, em 2023, em concurso do Banco do Brasil. E a esposa dele, cunhada do delegado, Anacleide Pereira Feitosa, foi aprovada no concurso da Polícia Científica de Alagoas, também sob suspeita da PF.

Presos na Operação

Os presos na fase de ontem da operação foram Dárcio de Carvalho Lopes da Silva Souza, professor de português conhecido no Recife como “Dadá Meu Frango”, e Flavio Luciano Nascimento Borges, o “Panda”, com histórico de prisões e reincidência por fraudes a concursos públicos. Todos os investigados devem responder pelos crimes de fraude em certame de interesse público, participação em organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsificação de documento público.

As investigações continuam até a conclusão dos inquéritos, que deverão ser remetidos para o MPF e para a justiça julgar procedente ou não.

Novas informações serão atualizadas em nosso portal. O espaço segue aberto para que os citados nessa matéria possam manifestar sua defesa.

Com Informações  parciais da ASCOM PF e Poder Judiciário (partes do processo)

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