• Delmiro Gouveia, 26/03/2026
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Permanência do Delegado-Geral de Polícia Civil de Alagoas no cargo causa preocupação com a imagem da instituição

O Delegado descobriu fraude em concursos, mas em vez de prender, entrou no esquema e incluiu até esposa, diz delator à PF


Permanência do Delegado-Geral de Polícia Civil de Alagoas no cargo causa preocupação com a imagem da instituição Delegado Geral da Polícia Civil de Alagoas Gustavo Xavier do Nascimento investigado pela FP como suspeito de participar em fraude de concurso / Foto: Reprodução
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O delegado-geral de Alagoas, Gustavo Xavier do Nascimento, é citado em delação premiada sobre esquema de fraude em concurso público, apurada pela Polícia Federal, conforme amplamente noticiado na imprensa de todo o Brasil inclusive em reportagem do Fantástico. Ele suspeito de descobrir um esquema criminoso, e não teria prendido os envolvidos — em vez disso, passou a se beneficiar da estrutura de fraudes.


De acordo com investigações da Polícia Federal, o principal operador do esquema é Thiago José de Andrade, apontado como chefe da organização criminosa. Preso em uma das fases da operação, ele fechou acordo de delação premiada e apresentou informações que mudaram o rumo da investigação.

Nos bastidores da segurança pública de Alagoas, os profissionais de carreira da PCAL, estão constrangidos com a pernamanência de Gustavo Xavier no cargo de Delegado-Geral do Estado. A ética e a moral são pilares fundamentais para agentes de segurança pública, pois sua atuação impacta diretamente a vida, a liberdade e a dignidade das pessoas. A conduta ética vai além da técnica, garantindo a legitimidade da atuação e a confiança da sociedade. A preocupação dos profissionais sérios da PCAL é que esse fato, seja diretamente ligado à instituição. E a pernamanência do chefe-geral no comando da instituição pode gerar conflitos.

Profissionais éticos garantem um ambiente seguro, respeitando a privacidade e a independência dos cidadãos, fundamental em vigilância patrimonial e segurança pública. Um cargo desse porte,  a confiança desse profissional vai além da proteção de bens, exigindo sigilo, honestidade e responsabilidade no cumprimento das normas e leis.

Agentes com valores morais sólidos previnem a corrupção e desvios de conduta, essenciais para a eficácia das políticas de segurança. Nesse sentido, à permanência do Delegado-Geral é insustentável, ao menos, até a apreciação do autos do processo, por parte do poder judiciário.

O governo do estado de Estado de Alagoas não se pronunciou a respeito dos fatos. E a população aguarda uma posição por parte da maior autoridade estadual.

As investigações continuam para que todo o esquema criminoso seja devidamente elucidado.



Por Redação
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