Péssimo serviço da Equatorial deixa várias ruas do bairro Eldorado há mais de 24 horas sem energia
A rua que fica à sede da Secretaria Municipal de Saúde e algumas outras adjacentes foram as mais afetadas
Rua Marechal Hermes em Delmiro Gouveia / Foto 📷: Fluxo Alagoas Publicidade
A frase "privativa o serviço que melhora" definitivamente não é aplicável a Empresa Equatorial Energia, a concessionária enfrenta críticas severas e recorrentes, liderando rankings de reclamações no Procon e Aneel. Nessa quarta-feira (25) precisamente às 14h45 faltou energia na Rua Marechal Hermes e adjacências no bairro Eldorado em Delmiro Gouveia, local conhecido como rua da Secretaria Municipal de Saúde — e até às 17h13 dessa quinta-feira o serviço não havia sido reestabelecido.
De acordo com o que a Redação do Portal Fluxo Alagoas acompanhou de perto, os técnicos falaram que não sabiam a causa do problema, no entanto, o que se sabia era de uma sobrecarga na rede. Quando a rede era ligada no transformador ao lado do Clube Vicente, começava a sobrecarregar, e causava estouros no transformador da Rua Marechal Hermes da Fonseca.
E sem nenhuma solução, os moradores sofrem com a falta de energia. No serviço atendimento ao consumidor 0800 da concessionária, às atendentes falam que equipes estão em campo solucionando o problema, no entanto, no bairro Eldorado já tem mais 24h sem fornecimento de energia.

Problemas recorrentes apontados por consumidores da Equatorial
Relatos apontam falhas constantes no fornecimento de energia, demora técnica, cobranças indevidas e mau atendimento. Em 2024, a CEEE Equatorial foi considerada a pior distribuidora do Brasil, com 3 das 5 piores concessões.
Principais Problemas Relatados:
• Falhas no Abastecimento: Interrupções frequentes de energia.
• Atendimento Ineficiente: Demora excessiva na resolução de problemas e falta de equipes técnicas.
• Cobranças: Reclamações sobre valores indevidos ou abusivos.
• Atuação por Estado: Problemas intensos relatados em Alagoas (concessionária local), Amapá (CEA) e Rio Grande do Sul (CEEE).
É importante que moradores dos locais afetados registrem denúncias pelo telefone 151 (Procon), agência presencial ou plataformas como Reclame Aqui.
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