Será que é isso que JHC quer levar para toda Alagoas; verdadeiras montanhas de lixo que Rodrigo Cunha não consegue solucionar?
Sem coleta regular, os bairros periféricos de Maceió enfrentam um apocalipse sanitário. Com montanhas putrefatas nas calçadas; é legado fétido de JHC ou presente do atual Prefeito Rodrigo Cunha? Vai atrair a nova base aliada do grupo: ratos e insetos
Lixo acumulado na Grota do Ouro Preto em Maceió / Foto: Reprodução O ex-prefeito JHC se despediu da Prefeitura de Maceió com aquele discurso ensaiado de quem entrega a casa arrumada, varrida e com as contas rigorosamente no azul. No entanto, a realidade fora dos estúdios de gravação tem um cheiro bem diferente. Basta uma visita à Grota do Ouro Preto para descobrir que a sujeira, literalmente, foi jogada para o meio da rua.
Um vídeo recente gravado por um morador revoltado expõe o que a superprodução do guia eleitoral do ex-mandatário convenientemente cortou na edição: montanhas de lixo bloqueando passagens e testando o estômago e a paciência da população. O "Maceió é Massa" da propaganda tropeçou na gestão do básico: recolher o lixo da própria cidade.
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A Curiosa Matemática do "Equilíbrio Fiscal"
Enquanto os microfones da gestão anterior ecoavam sucesso financeiro, os boletos contavam uma história de terror. A suposta saúde financeira da capital alagoana esconde, na verdade, um rombo de aproximadamente R$ 45 milhões. Esse é o valor da dívida que a Prefeitura acumulou com as empresas terceirizadas responsáveis por manter a cidade limpa, conforme vem sendo amplamente denunciado pela imprensa local.
A fatura do descaso foi dividida democraticamente por toda a cidade:
• Via Ambiental, que atende a parte alta, e a Naturale, responsável pela parte baixa, entraram em uma "dieta forçada" de repasses.
• Sem receber, o Sindlimp/AL (sindicato da categoria) deflagrou paralisações. Afinal, trabalhador não paga conta no supermercado com os takes sorridentes do ex-prefeito nas redes sociais, e os atrasos salariais tornaram o serviço insustentável.
Nova Base Aliada: Ratos e Insetos
Sem a coleta regular, o cenário nos bairros é de um verdadeiro apocalipse sanitário. O acúmulo de resíduos criou montanhas putrefatas nas calçadas, castigando principalmente as periferias e a parte alta da capital. Com o lixo espalhado, ratos, baratas e mosquitos parecem ser os únicos beneficiados pelo "legado" da gestão, multiplicando os riscos à saúde pública da população que já sofre com a falta de infraestrutura.
A crise escalou a ponto de exigir a intervenção da Justiça. A Defensoria Pública já acionou a Autarquia de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana (Alurb), cobrando algo que faltou nos últimos meses da gestão JHC: explicações claras e soluções imediatas.
Todos sabem que a coleta de lixo faz parte das atividades de um município, que deve recolher os resíduos, mas a falta de resolução em algo simples pode respirar na campanha do ex-prefeito JHC que falou que tudo estava em dias anteriores de renunciar.
Fica a lição para o eleitor de que a maquiagem das propagandas políticas derrete muito rápido — e o cheiro do descaso não dá para esconder com filtro de Instagram. E certamente não é descaso que os alagoanos querem ver por toda Alagoas








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